Estou quase terminando um livro péssimo intitulado da Da Inclusão à Exclusão: (re) construindo significados à luz dos pensamentos de Vygostki, Paulo Freire e Michel Foucault. A bem da verdade, um título que é quase do tamanho do livro dificilmente pode escapar das análises incipientes, com pouca discussão e excesso de clichês. O que não é nada surpreendente conhecendo o meio acadêmico brasileiro – a obra foi publicada pela Universidade Federal de Juiz de Fora.
Fato que um dos feitos de ter lido esse material foi me apresentar Vygostki e suas teorias de inclusão na educação. Tudo muito lindo, muito dialógico, muito contemporâneo – embora o rapaz tenha falecido na primeira metade do século XX. A minha grande dúvida é: toda essa conversa de juntar a heterogeneidade num mesmo ambiente, retirando do conflito e da diferença o aprendizado, funciona mesmo ou só é bonito no papel?
Fato que um dos feitos de ter lido esse material foi me apresentar Vygostki e suas teorias de inclusão na educação. Tudo muito lindo, muito dialógico, muito contemporâneo – embora o rapaz tenha falecido na primeira metade do século XX. A minha grande dúvida é: toda essa conversa de juntar a heterogeneidade num mesmo ambiente, retirando do conflito e da diferença o aprendizado, funciona mesmo ou só é bonito no papel?

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