quarta-feira, 2 de junho de 2010

Há conserto.


Bem, a vida declarou para mim que não nasci com o intuito de ser de utilidade pública. Em contrapartida, declarei para ela que concessões são aqueles interlúdios necessários à nossa pouca sobrevivência e alegria. E, um mês depois do último post, quando até eu mesmo pensei “meu deus, abandonaram meu blog”, volto para aquele espírito solidário tipicamente natalino, embora estejamos às vésperas do São João e da Copa Fail do Mundo. Minha máquina digital, uma velha Sony Batista cansada de guerra, parou de funcionar. Saí procurando por todos os becos, ruas e avenidas, lojinhas que pudessem consertá-la por um preço que coubesse no meu orçamento – essa informação é só para salientar que não procurei o serviço técnico autorizado. Depois da odisséia da peregrinação, sob o sol de inverno da cidade, tipo 40 graus, encontrei quatro que me pareceram bem legais, seguras e acessíveis financeiramente aos que sobrevivem com o bolsa mesada. Não lembro o nome de nenhuma (gzuz, amnésia não alcoólica chegando com força aos 21), mas sei o endereço. Aqui:

1) No Max Center (ou Pituba Center, são gêmeos siameses), ali no Itaigara. É no segundo andar.

2) No Edifício Porto Fino, em frente ao Hotel da Bahia. Tem uma galeria que é a cara da imundice. O rapaz que atende costuma se atrasar depois do almoço, mas, dizem, é a simpatia e a eficiência (pena que não resisti ao chá de cadeira e passei pra próxima).

3) Avenida Sete, Edifício Marques de Abrantes, também no segundo andar. Flash Maq. O serviço, que inclui recepcionistas felizes, orçamento rápido, conserto imediato, compensa as informações desencontradas pra encontrar a loja.

4) Subida da Rua Chile. Logo ali na curva. É pequenininha, mas ta no centro de Salvador há uns 1000 anos.

Fiz o orçamento na do Max Center e na Flash Maq. O resultado foi 130 reais nas duas e optei pela segunda, que, além de tudo, entrega o produto em casa. Sem nenhum custo, crianças.

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