Gonzaguinha para encerrar os posts desse mês de setembro. Piro com ele falando "Calma, calma, muita calma". Tem sido emblemático nesses dias beligerantes em que tudo é uma questão de pegar o sonho e partir. Ou isso ou uma vida renegada. Às vezes penso que o moço tirou o coração espremeu, torceu, bateu, saculejou e gritou. O que saiu, virou canção. Gonzaguinha é só isso para mim. E isso tudo é muito, sem dúvidas.
O primeiro atingiu a pálpebra esquerda, trazendo-lhe o desconforto de estar no mundo. O outro caiu vertiginosamente contra a estrada que seguia. Vendo-o se transformar em nada, se desfazendo diante daquilo que poderia ser a imensidão, sentiu o infortúnio de rasgar-se em vida. E agora que existia, poderia contar algumas histórias
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010
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