Por fim, entendeu que nenhum dos seus amores poderiam acabar. Se existiram, teriam que enfrentar todos os desvarios de viver para sempre em horas flutuantes. Sabendo disso, encheu-se de um ligeiro contentamento: estava nos outros, atravessando ruas, assoprando vendavais, cortando tempos, respirando um único e todos os mundos de uma só vez. Era isso: amor.

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